Monitorados por orientadores treinados, os Telecentros devem funcionar com uma fração de seus computadores dedicados a formação da população ministrando cursos e oficinas de informática e a outra parte reservada para o uso livre dos cidadãos. A proporção sugerida pelo TID é de 75% dos equipamentos voltados para cursos e oficinas e 25% dedicados ao uso livre.
Dessa forma, aqueles que não tiverem conhecimentos em informática poderão fazer os cursos que são ministrados no Telecentro, ao passo que os que já fizeram o curso ou que já tenham um conhecimento prévio, podem utilizar os computadores para uso livre e fazer seus trabalhos de escola ou profissionais, redigir currículos, enviar e receber e-mails, acessar a internet e muito mais.
A participação da comunidade é vital para o bom funcionamento dos Telecentros, por isso, todas as unidades devem ter um Conselho do Telecentro formado por representantes da comunidade e das entidades mantenedoras do Telecentro, que serão eleitos pela população. Um Conselho de Telecentro ativo é a garantia do bom funcionamento do equipamento, além de fiscalizar os trabalhos, este grupo tem como principal finalidade trazer ao debate as demandas da comunidade às entidades mantenedoras, construindo assim uma gestão mais democrática a participativa.