Voluntariado
local – as novas
atividades propostas
podem organizar uma rede de voluntários locais que,
orientados
pelos monitores do Telecentro, integram suas habilidades locais ao uso
das tecnologias de informação e
comunicação. Exemplos com esta
característica
foram muitos no Plano de Inclusão Digital da Prefeitura do
Município de São Paulo. Alguns deles:
- a adequação de praça abandonada
próximo a
um Telecentro com projeto de ocupação social e
jardinagem. A existência do Telecentro permitiu o uso da
internet
para pesquisar plantas adequadas a aquele espaço, para
localizar
os organismos do Poder Executivo que poderiam ajudar na
execução do projeto, para
divulgação na
rede do novo espaço de lazer.
- concurso de dança onde a internet foi usada como recurso
para
divulgação dos grupos premiados.
A utilização do espaço onde se ambienta o projeto como espaço público, em que a comunidade converge com suas atividades, mesmo que inicialmente elas não tenham um vínculo imediato com a tecnologia, é sempre maior quando a entidade já mantém fortes relações com a comunidade. Os Telecentros de São Paulo abrigaram várias oficinas e atividades coordenadas por voluntários locais como por ex: cursos de dobradura e origami, cursos de teatro, oficina de bonecas de pano e fantoches, oficina de arte com sucata, oficina de mangás e fanzines, etc. Estas oficinas e atividades aos poucos foram integrando o uso dos recursos disponíveis nos Telecentros no seu desenvolvimento.
Voluntariado Remoto – as relações da entidade mantenedora e seus parceiros também pode captar para o desenvolvimento das atividades do projeto voluntários dispostos a compartilhar seus conhecimentos e saberes, embora não sejam da comunidade local. Desta forma é possível organizar atividades como aulas de reforço para alunos do ensino médio, cursos de informática avançada que complementem os de informática básica oferecidos pelo Telecentro, atividades de educação ambiental, oficinas de reciclagem, etc.